Atualmente, cerca de 14% dos municípios brasileiros são abastecidos por esse sistema integrado, enquanto 86% recebem água de reservatórios isolados. Neste infográfico, veja como o sistema funciona, em detalhes, inclusive o uso de reserva técnica ou volume morto
Eles fazem parte de sistemas produtores, que captam e tratam a água que chega às nossas casas. Atualmente, de acordo com aAgência Nacional de Águas (ANA), 14% dos municípios brasileiros são abastecidos por esse sistema integrado, enquanto 86% recebem água de reservatórios isolados.
Este é um cenário bem diferente do que rolava no fim do século 19, quando as pessoas ainda usavam baldes para pegar água de fontes e rios próximos. Com o crescimento das cidades e da população, foi preciso melhorar a distribuição de água. Isso deu origem a represas e a sistemas como o da Cantareira, um dos maiores do mundo, que produz 33 mil litros por segundo e atende mais de 8 milhões de pessoas na grande São Paulo.
Mas até mesmo um gigante como esse pode secar. Com a falta de chuva neste ano, a Cantareira chegou a 8,2% da sua capacidade de armazenamento em maio. Para fugir do racionamento, o governo adotou medidas emergenciais, como retirada de águas mais profundas, enquanto torce para voltar a chover nas cabeceiras dos rios que abastecem o sistema.
CAMINHO DAS ÁGUAS
São necessários vários quilômetros de dutos e um longo processo de tratamento para a água chegar até a sua torneira. Confira o processo clicando no infográfico:
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FONTES: Consórcio PCJ, Sabesp e Agência Nacional de Águas (ANA) / CONSULTORIA: Stela Goldeinstein, diretora executiva da ONG Águas Claras do Rio Pinheiros
Fonte: Planeta Sustentável
















