
Estes tubos de aparência sobrenatural é fruto da imaginação de um bioquímico francês, Pierre Calleja, cujo trabalho com micro-organismos o levou descobrir que a microalga pode se adaptar em tubos e emitir luz, desempenhando a função de uma lâmpada.
As algas – metade planta, metade animal – podem prosperar dentro do tubo, usando a fotossíntese para emitir uma luz verde brilhante e consumir dióxido de carbono ao longo do caminho.
Calleja, junto à sua equipe Fermentalg, projetou a lâmpada capaz de armazenar a energia criada no processo de fotossíntese para usar mais tarde em ambientes escuros e com pouca luz. A equipe espera que as suas lâmpadas de microalgas possam ser uma solução eco-friendly para iluminação pública, iluminação interior ou mesmo para ambientes subterrâneos.
Calleja explica:
A ideia é compartilhar a luz com as microalgas. A luz que vem da lâmpada que é muito especial, na verdade, é uma luz muito suave, porque ela passa por um organismo vivo (alga).
Fonte: 3M Inovação














